Avenida Infante D. Henrique,
6200-506 Covilhã, Portugal

Liga-nos
+351 917 755 760

Violência obstétrica

Embora os cuidados médicos na gravidez e no parto tenham contribuído para a redução das taxas de mortalidade das mulheres e dos bebés, a existência de intervenções desnecessárias, abusivas e desrespeitosas dos direitos das parturientes têm vindo a ser denunciadas como violência obstétrica, sublinhando a necessidade de os serviços e os profissionais de saúde garantirem um parto humanizado. A Organização Mundial de Saúde defende que esta violência “ameaça o direito à vida, à saúde, à integridade física e à não-discriminação”. Quais são os atos física, verbal e psicologicamente violentos neste contexto? Quais são as práticas que devem ser abolidas no trabalho de parto? Em que medida o nosso sistema nacional de saúde pode melhorar para diminuir a taxa de violência obstétrica? Alguns relatos de mulheres que vivenciaram episódios de violência obstétrica.

Orador

Amélia Augusto

Doutorada em Sociologia, Professora Auxiliar no Departamento de Sociologia da Universidade da Beira Interior e investigadora integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia, do ISCTE, Lisboa. Tem coordenado e lecionado unidades curriculares da área científica de sociologia da saúde a ciclos de estudo em sociologia e a ciclos de estudo em ciências da saúde, colaborando neste domínio com várias instituições de ensino superior. Tem orientado mestrados e doutoramentos na área da sociologia da saúde. A sua publicação tem sido realizada sob a forma de capítulos de livros e artigos, nacionais e internacionais. É atualmente coordenadora da Secção de Sociologia da Saúde, da Associação Portuguesa de Sociologia.