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Sobrediagnóstico, sobretratamento e avaliação de risco

Vivemos numa era de excessos, contudo nasce entre nós uma forte consciencialização para a redução. Para isso, precisamos entender a linha que separa a utilidade de um diagnóstico/tratamento da sua futilidade. “As pessoas não estão mais doentes, as doenças é que se diagnosticam mais cedo." “O número de casos oncológicos está a aumentar porque as pessoas são submetidas desde cedo a programas de rastreio." Qual a veracidade destas afirmações? Terão todos os programas de rastreio 100% de benefício para o doente?

Orador

Rui Gonçalves

Licenciado em Medicina pela Facultad de Medicina de Cádiz. Especialista em MGF na USF “A Ribeirinha". Assistente Convidado da FCS da UBI. Membro da equipa da VMER Guarda.